Você realmente precisa dessa compra? Especialista alerta para armadilhas do consumo por impulso

  • 24/02/2026
(Foto: Reprodução)
Promoções, cupons, anúncios personalizados e ofertas relâmpago fazem parte da rotina de consumo ao longo de todo o ano. Com a facilidade das compras online e a força das estratégias de marketing digital, o consumidor é constantemente estimulado a comprar, muitas vezes mais rápido do que consegue refletir. Embora muitos consumidores busquem bons preços, cashback e programas de pontos, o comportamento de compra ainda é bastante variado. Uma parcela significativa acaba adquirindo produtos por impulso, enquanto outros tentam planejar melhor os gastos, acompanhar a variação de preços e avaliar se a compra realmente faz sentido dentro do orçamento. Para o consultor em vendas e marketing digital, professor doutor Sérgio Czajkowski Junior, o problema não está exatamente em comprar por impulso, mas em fazê-lo sem planejamento. “O ponto de atenção é a falta de recursos para arcar com a compra ou o chamado remorso pós-compra, quando o consumidor percebe que o produto não era realmente necessário ou não atendia por completo às suas reais necessidades”, explica o professor do UniCuritiba, instituição que integra a Ânima Educação. Segundo o especialista, a pesquisa de preços é uma das principais ferramentas para uma compra consciente, independentemente da época do ano. Acompanhar a dinâmica dos valores ao longo das semanas permite identificar se uma oferta é legítima ou se há aumento artificial seguido de desconto. Pesquisar evita que, por conta dos chamados gatilhos mentais, como urgência, escassez e medo de perder uma oportunidade, os consumidores acabem investindo um montante de recursos que poderia ter uma destinação mais sensata dentro do orçamento. Outro ponto fundamental é avaliar a própria situação financeira antes de realizar qualquer compra. Para Sérgio, estar com as contas em dia deve ser prioridade. “Antes de assumir um novo gasto, o ideal é quitar pendências, organizar as finanças e garantir que aquela compra não vai comprometer despesas essenciais”, orienta. Ele também recomenda que o consumidor pense nos compromissos financeiros futuros, como impostos, mensalidades, material escolar ou outros custos recorrentes. Reservar parte da renda para essas obrigações ajuda a evitar aperto nos meses seguintes e reduz a chance de endividamento. Após o processo de pesquisa e análise financeira, se o consumidor perceber que o item é realmente necessário ou representa um investimento - seja para o trabalho, os estudos ou a qualidade de vida -, pagar à vista tende a ser a melhor alternativa. “Essa decisão pode maximizar descontos, facilitar negociações e ainda gerar benefícios extras, como garantias estendidas ou condições especiais”, explica o professor. Para Sérgio Czajkowski Junior, consumo consciente não significa deixar de comprar, mas sim comprar melhor. “Quando o consumidor entende seus limites, pesquisa preços e avalia o real valor do que está adquirindo, ele passa a usar o dinheiro de forma mais estratégica, evitando arrependimentos e fortalecendo sua saúde financeira”, conclui.

FONTE: https://g1.globo.com/pr/parana/especial-publicitario/unicuritiba-guia-de-saude-e-bem-estar/noticia/2026/02/24/voce-realmente-precisa-dessa-compra-especialista-alerta-para-armadilhas-do-consumo-por-impulso.ghtml


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